Sabe aquele filme que você não cansa de assistir?
Exemplo: Forrest Gump, 4 vezes;
Sonho de Liberdade, 3 vezes;
Cidade de Deus, 3 vezes;
Abril Despedaçado, 3 vezes;
The Dreamers, 3 vezes...
Mas há aqueles que você daria tudo para não ter assistido, que você não entende como um ser dito pensante possa ter gostado de fazer, contracenar ou assistir.
Exemplo: A Alegria, 1 vez;
Kill Bill, 1 vez;
Fim dos tempos, 1 vez;
Melancolia, 1 vez... Graças a Deus!!!
O primeiro, A Alegria, tive o desprazer de assistir na semana passada. Fiquei horrorizado como o dinheiro público pode ser gasto em películas que não transmitem nenhuma mensagem, não tem um roteiro no mínimo compreensível e manga (literalmente) da inteligência alheia com uma patético e apoteótico final de medonhas e incompreensíveis gargalhadas.
Incrível como empresas públicas e até o próprio governo investe nosso dinheiro em coisas que provocam vergonha alheia. Queira Deus, não seja exibido em nenhum festival no exterior!
Acho que a culpa é da imprensa que pressiona nossos cineastas. Se colocam explosões estão sendo Hollywoodianos, se fazem filmes com mensagem, são politicamente chatos, se são não “convencionais”, estão querendo ser europeus.
Acho que o autor daquele filme se revoltou e disse: Vou fazer algo tão incompreensível que ninguém poderá analisar para me criticar!
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