quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cinema


Sabe aquele filme que você não cansa de assistir?

Exemplo: Forrest Gump, 4 vezes; 
              Sonho de Liberdade, 3 vezes;
              Cidade de Deus, 3 vezes;
              Abril Despedaçado, 3 vezes;
              The Dreamers, 3 vezes...

Mas há aqueles que você daria tudo para não ter assistido, que você não entende como um ser dito pensante possa ter gostado de fazer, contracenar ou assistir.

Exemplo: A Alegria, 1 vez;
              Kill Bill, 1 vez;
              Fim dos tempos, 1 vez;
              Melancolia, 1 vez... Graças a Deus!!!

O primeiro, A Alegria, tive o desprazer de assistir na semana passada. Fiquei horrorizado como o dinheiro público pode ser gasto em películas que não transmitem nenhuma mensagem, não tem um roteiro no mínimo compreensível e manga (literalmente) da inteligência alheia com uma patético e apoteótico final de medonhas e incompreensíveis gargalhadas.

Incrível como empresas públicas e até o próprio governo investe nosso dinheiro em coisas que provocam vergonha alheia. Queira Deus, não seja exibido em nenhum festival no exterior!

Acho que a culpa é da imprensa que pressiona nossos cineastas. Se colocam explosões estão sendo Hollywoodianos, se fazem filmes com mensagem, são politicamente chatos, se são não “convencionais”, estão querendo ser europeus.

Acho que o autor daquele filme se revoltou e disse: Vou fazer algo tão incompreensível que ninguém poderá analisar para me criticar!


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