domingo, 12 de junho de 2011

A inexistência do amor


Há pessoas que não podem ler o que vai ser escrito neste post. Porque? Ora, pelo simples fato de que ele trata de uma coisa bem básica e ilusória:

O AMOR

Essa palavra, que na maioria das bocas sai sob formas e sabores diversos, é básica porque a partir do momento em que inventaram-na criaram uma das mais importantes palavras da história da humanidade. Em nome dela é que religiões tornaram-se populares, pessoas tornam-se solidárias, casais se unem, famílias são formadas, o comércio lucra.

Mas quando a sua existência restringe-se a um relacionamento e quando há um "deslize" entre uma das partes o tal do amor some, ou seja, sumiu antes, durante e depois do deslize. Essa palavra em questão exige invariavelmente, em algumas situações, o apoio de outra:

O PERDÃO

O verbo perdoar exprime a ação de "passar a mão" sobre algum deslize, falha, falta, etc.. Ela é extremamente difícil de executar, mas não impossível.

Voltando para o amor, no meu ponto de vista ele não existe na forma que todos poetizam, cantam, falam. Na verdade o que existe é a situação de conforto. Ora, se minha parceira me trata bem, porque vou deixá-la? Por que vou traí-la? Deu para entender?

Então, o amor EXISTE OU NÃO EXISTE? Bom, na verdade ele existe, mas no PENSAMENTO COLETIVO de quem necessita sempre LUCRAR com os sentimentos de alguém.


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